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Escritora e Biógrafa Especializada em Arte, autora de várias publicações, entre elas a Biografia de Cândido Portinari.
Paris, França. Abril de 2013
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A obra de Morenu (Gustavo Rincón Moreno) poderia ser um “ sujeito”. Este artista que já teve trajetória figurativa, atualmente transita na pintura com total liberdade, onde a experimentação na linguagem tem presença marcante na sua construção poética. Sua pintura é rica em tensões, onde as “manchas” buscam explicações. O conteúdo da obra de Morenu tem íntima relação com a sua própria existência e possui extremaforça expressiva. Os elementos de sua pintura marcam claramente suas referências simbólicas,em partes que se somam e criam sua própria identidade.
Artista detentor de um posicionamento político-filosófico marcante, sua produção é expressão pintada e tudo que a cerca é enfatizado e destacado. Cada cor, cada área estabelece mútua e íntima relação, numa conversa calorosa, provocando os sentidos. O olhar é convidado a um deleite explosivo em proporções generosas. O plano pictórico dá vazão, extrapola os limites da tela, nos sendo oferecido em grandes proporções um acesso aberto às percepções estéticas existenciais.
Artista Plástica, curadora e diretora da Galeria Arthista Um.
Caxias do Sul, RS. Setembro de 2014.
]]>Veja o vídeo produzido por Morenu sobre a residência:
httpvh://youtu.be/J1WPcsiDVBU
IMAGENS DA RESIDÊNCIA

Como evolução dos “mindscapes”, as composições orgânico-geométricas são abstrações que valorizam os contrastes cromáticos, utilizando cores complementares e por vezes revisitando a forma, seja explícita ou sugerida através de linhas fluidas e orgânicas. Elementos geométricos por vezes são inseridos nas composições, criando triangulações dinâmicas que conduzem o olhar do espectador pelos diferentes espaços e planos, gerando tensões entre os elementos e dando equilíbrio ou desequilíbrio aos trabalhos, porém sempre mantendo uma harmonia entre os componentes visuais.
A vida de artistas plásticos sempre fascinou o público em geral, devido ao estilo de vida extravagante que caracterizou muitos dos grandes mestres das artes visuais. Alguns como Vincent Van Gogh e Amedeo Modigliani tiveram uma vida de penúrias e sacrifício, rodeada de conflitos pessoais e sociais; não reconhecidos pela grande crítica e pelo público do seu tempo, morreram na extrema pobreza e hoje, suas obras atingem novos recordes nos leilões internacionais da arte. A continuação uma coletânea de ótimos filmes para entendermos mais sobre a vida destes interessantes artistas.
Título original: Rembrand
Ano: 1936
Direção: Alexander Korda
Roteiro: Carl Zuckmayer, June Head, Lajos Biró
Sinopse:
No ano de 1642, em Amsterdan, o pintor Rembrandt Van Rijin desfruta de uma vida cheia de fama e fortuna. No entanto, com a morte de sua esposa e musa, seu trabalho encontra a escuridão.
Curiosidades:
Elenco:
| Charles Laughton | Rembrandt van Rijn |
| Elsa Lanchester | Hendrickje Stoffels |
| Gertrude Lawrence | Geertje Dirx |
| John Bryning | Titus van Rijn |
| Edward Chapman | Fabrizius |
| Walter Hudd | Capitão Banning Cocq |
| Roger Livesey | Saul |
| Herbert Lomas | Harmenzs van Rijn |
| Allan Jeayes | Dr. Tulp |
| Wilfrid Hyde-White | Assistente do Ludwick |
| John Clements | Govaert Flinc |
Clique aqui para assistir o filme (é necessário cadastro no site para assistir sem interrupções. Site seguro e com ótima qualidade)
2. The moon and sixpence (1943) <img class=" wp-image-1212 alignright" src="http://www.morenuartist.com/wp-content/uploads/2016/03/Captura-de-Tela-2016-03-07-às-11.27 check my reference.24-e1457361269391.png” alt=”Captura de Tela 2016-03-07 às 11.27.24″ width=”281″ height=”402″ />
Título original: The moon and the sixpence
Título em protugês: Soberbia
Ano: 1943
Direção: Albert Lewin e John E. Burch (assistant)
Roteiro: Albert Lewin
Idioma: inglês com subtítulos em espanhol
Elenco:
Sinopse:
Nesta adaptação da vida de Paul Gauguin, o escritor Geoffrey Wolfe (Herbert Marshall) conta a história de Charles Strickland (George Sanders), um corretor medíocre da bolsa de valores de Londres que subitamente abandona sua carreira, a sua esposa de 17 anos e se muda para Paris, para começar uma nova vida como pintor.
Título original: Moulin Rouge
Título em protugês: Moulin Rouge
Ano: 1952
Direção: John Huston
Roteiro: Pierre La Mure
Idioma: inglês
País: Reino Unido
Elenco: José Ferrer
Zsa Zsa Gabor
Suzanne Flom
Sinopse:
Em Paris de 1890, no popular cabaré Moulin Rouge (“Moinho Vermelho”), o jovem artista de família nobre Henri de Toulouse-Lautrec bebe uma garrafa de conhaque e esboça desenhos das dançarinas que se apresentam. Ele é amigo de frequentadores habituais e artistas da casa, tais como a cantora Jane Avril, das dançarinas rivais La Goulue e a argelina Aicha (que constatemente brigam) além do proprietário Maurice Joyant. Joyant faz a proposta de um mês de bebidas grátis para Henry em troca da encomenda de um cartaz publicitário. Henry espera todos os frequentadores sairem da casa, antes que ele também se vá, pois não quer que vejam suas pernas curtas, deformadas por um acidente na infância. Ao se dirigir para o seu apartamento em Montmartre, Henri encontra a prostituta Marie Charlet e inicia um romance com ela. Henry prepara o cartaz que lhe fora encomendado como uma litografia que, apesar de causar estranheza ao proprietário, é aceito.
Na luta incansável de ursos e touros, empregos nascem e morrem, sonhos florescem e são aniquilados por eufóricas altas e dolorosas quedas.
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]]>Influências dos artistas Gerhard Richter, Asger Jorn, Jasper Johns, Alejandro Obregón e dos Brasileiros Tomie Othake e Iberê Camargo encontram-se presentes nesta poética, combinadas de maneira singular pelo artista.